sábado, 30 de janeiro de 2010

"Eu e a brisa"


Lançada em 1967, a faixa-título concorreu no III Festival da Record (“Alegria, alegria” e “Domingo no parque”). O disco, do ano seguinte, foi relançado esporadicamente, em edições mais ou menos toscas e com a lista de músicas alterada.

Johnny Alf, um dos mais importantes intérpretes da MPB, foi abandonado pela mídia num ostracismo vergonhoso.

“Imenso do amor”, composição de Durval Ferreira e Humberto Pires, ganhou arranjo e execução modernos, requintados, que ainda hoje soam surpreendentes.






3 comentários:

Wa Mor disse...

Cruel essa vida.
Espero que as pessoas tenham a paz pra compreender.
A midia pela gana da grana ou falta de espaço na pauta, deixa muitos no cabide, pas parte do negocio. É assim a vida cruel.
Como pode ser mais desumano que o ser humano. Mãe matando filho que nem chorou, isso é cruel? Doidera ta no Haiti que aos poucos se comem uns aos outros, sem um governo decente.
BOA SORTE AOS ESQUECIDOS...

Bruno Ribeiro disse...

Gênio!

Anônimo disse...

Excelente !

Ouví a música e um breve trechinho não me agradou.

Cheio de história.
Considerado o Pai da Bossa Nova.
Assistí a um vídeo ,por incrível que pareça,ontem ,onde Johnny Alf aparecia falando do Vinícius.


Nessa onda de depressão que assola o mundo globalizado, um tipo novo de bossa poderia surgir e quem se habilitaria ?

Quem sabe a " Fossa Nova ? " Já que a Eletrônica não vingou.