quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O empate


Chegou cedo a esperada igualdade entre Dilma e Serra. Se ela mantiver essa curva ascendente e ele continuar a cair, a tendência é que antes de março o governador dê no pinote. Seu teto já era conhecido, mas o da ministra ainda é incógnito.

O blablablá sobre a presença de Ciro ser interessante para Lula visa apenas convencer o deputado a ficar ali mesmo, compondo um segundo escalão com Marina Silva, inofensivo e longe da disputa paulista. Além disso, enquanto Ciro se ilude sobre suas chances, a composição governista com o PMDB demora mais a sair.

O maior temor da grande imprensa é surgir uma candidatura oposicionista em São Paulo que já comece a causar estragos antes mesmo da definição tucana. Algo tipo Suplicy para governador e Ciro para vice, com este batendo e o outro assoprando.

6 comentários:

Anônimo disse...

É preciso ganhar as eleições presidenciais e estou muito confiante disso,apostando na transferência de popularidade para Dilma .

São Paulo já está tão desgastado que talvez uma candidatura anônima resolvesse todos os problemas .
A esquerda anônima do tipo Zorro !

São Paulo está uma vergonha e é preciso mais cérebro para governar do que posição .

Vamos evitar complexos de inferioridade e passar essa confiança para o eleitorado.
Somos multiplicadores de confiança e dessa forma conseguiremos uma grande coesão .
Existem só dois resultados ganhar ou perder .
É preferível ganhar antes da hora.
Dilma vai ganhar as eleições !!!

Anônimo disse...

No Suplicy eu não voto nunca mais.

FELIPE DRUMOND disse...

Guilherme, você realmente acha bonito e ético o que anda fazendo?
Seja aqui, seja na Caros Amigos, só escreve textos parciais e só vê erros nos outros, tratando a Dilma como uma espécie de candidata perfeita.
Por favor! Tenha paciência e repense suas atitudes!
Está um pouco ridículo.

Guilherme Scalzilli disse...

Felipe Drumond,
o que eu “ando fazendo” (oh, vergonha!) é apenas utilizar os espaços disponíveis para expressar minhas humildes elucubrações. Pode não ser bonito, mas querer desqualificar opiniões discordantes com abstrações “éticas” cheira a patrulhamento ideológico.
“Ridículo” seria fingir, como é costume na grande imprensa, que existe real imparcialidade em qualquer atividade criativa. Jargões bem-intencionados e indignações seletivas são instrumentos da pior propaganda política. Prefiro o risco do erro ao conforto da hipocrisia.
E eu ainda nem comecei a defender o voto em Dilma. Quando (e se) isso acontecer, você notará a diferença.

Bruno Ribeiro disse...

O engraçado no argumento de figuras como este Felipe Drummond é que, quando comentam nos blogs e sites dos tipos mais reacionários, nunca dizem que estes estão sendo antiéticos ao defender os interesses da direita.

Para eles, chamar Dilma de "terrorista" é correto e aceitável, afinal, estamos falando de uma notória "assaltante de banco". Para nós, sequer aventar a possibilidade de defender sua candidatura é um crime de lesa-pátria.

Parcialidade? Sou jornalista e posso falar com conhecimento de causa: mais fácil é acreditar no Coelhinho da Páscoa.

Bruno Ribeiro disse...

Opa, corrigindo:

Onde escrevi Parcialidade, leia-se Imparcialidade.

Assim:

Imparcialidade? Sou jornalista e posso falar com conhecimento de causa: mais fácil é acreditar no Coelhinho da Páscoa.